Seguro rural e de máquinas agrícolas: como proteger a produção

Clima, perdas na lavoura e danos às máquinas: veja o que o seguro agrícola cobre, como proteger tratores e colheitadeiras e como o governo pode ajudar a pagar o seguro.

Aldabeth Patrício Cristiano, 5 min de leitura
Fazenda em miniatura sobre um bloco de terra, com fileiras de plantação, um trator laranja, um silo de aço e um galpão.

No campo, boa parte do resultado do ano depende de algo que ninguém controla: o clima. Uma chuva de granizo na hora errada, uma geada fora de época ou um evento climático forte podem comprometer meses de trabalho em poucas horas. E, além da lavoura, existem as máquinas, que representam um investimento alto e são essenciais para plantar e colher no tempo certo.

O seguro rural existe para que um ano ruim não comprometa os próximos. Neste post, explicamos o que ele cobre, como proteger as máquinas e quando contratar.

O que o seguro agrícola cobre

O seguro agrícola protege a produção contra perdas causadas por eventos climáticos previstos na apólice. Entre os riscos mais comuns estão o granizo, a geada, o excesso de chuva, ventos fortes e, em alguns produtos, a seca. Quais eventos estão cobertos depende do tipo de seguro, da cultura e da região, e isso precisa estar claro na proposta.

Existem seguros pensados para diferentes tipos de produção. Na CG, você encontra, entre outros:

  • Seguro Grãos: protege lavouras de milho, soja e trigo contra perdas por eventos climáticos;
  • Seguro Pomar: protege a produção de frutas contra os efeitos do clima;
  • Seguro Horta: cobre danos causados por granizo e a perda de valor da produção.

A indenização é calculada com base na perda comprovada, conforme as regras da apólice. Por isso, entender bem as condições antes de contratar é fundamental.

Dica da CG: registre fotos da lavoura em fases diferentes, do plantio até perto da colheita. Esse histórico ajuda muito caso você precise acionar o seguro.

Máquinas e equipamentos também precisam de proteção

Tratores, colheitadeiras, plantadeiras e implementos são o coração da operação. Um incêndio, um acidente ou um roubo pode deixar a produção parada justamente na janela de plantio ou de colheita, quando cada dia conta.

O Seguro Máquinas e Equipamentos protege esses bens contra danos, incêndio e roubo, conforme as coberturas escolhidas. Ele vale para máquinas que ficam na propriedade e, dependendo da apólice, também para as que circulam entre áreas diferentes.

Na hora de cotar, tenha em mãos o modelo, o ano e o valor aproximado de cada máquina, além de onde elas costumam ficar guardadas.

O governo pode ajudar a pagar o seguro

Um ponto que muitos produtores não conhecem: o governo federal mantém o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, que pode pagar parte do valor do seguro para quem se encaixa nas regras. O objetivo é justamente ampliar o acesso do produtor à proteção.

As regras de quem pode participar e das culturas atendidas mudam conforme o ano e o orçamento do programa. Na CG, verificamos se você se encaixa e incluímos o benefício na cotação quando ele for possível.

Benfeitorias e outros bens da propriedade

Além da lavoura e das máquinas, a propriedade tem outros bens que também podem ser protegidos: galpões, silos, armazéns, casas de funcionários, cercas e instalações. Um incêndio num galpão, por exemplo, pode levar junto insumos, ferramentas e parte da produção já colhida.

Por isso, vale olhar para a propriedade como um todo na hora de pensar na proteção. Na conversa com a CG, conte o que existe na fazenda ou no sítio e o que mais pesaria se fosse perdido: verificamos quais desses bens podem entrar no seguro e ajudamos a priorizar o que proteger primeiro, dentro do orçamento de cada safra.

Quando contratar

No seguro agrícola, o momento da contratação faz diferença. Em geral, o seguro precisa ser contratado antes do plantio ou antes de começar o período de maior risco para a cultura. Deixar para a última hora pode significar ficar sem cobertura justamente na fase mais sensível.

Para a cotação, a seguradora costuma pedir informações como:

  • a cultura e a área plantada;
  • a localização da propriedade;
  • a data prevista de plantio;
  • o histórico de produtividade, quando houver.

Quanto mais completas as informações, mais ajustada fica a proposta.

Na hora da perda

Se a lavoura sofrer um dano, avise o quanto antes. A apólice tem prazos para a comunicação do sinistro, e a vistoria precisa acontecer enquanto os danos ainda podem ser avaliados.

Um cuidado importante: quando a apólice pedir, não colha nem mexa na área atingida antes da vistoria. Fazer isso pode dificultar a comprovação da perda e comprometer a indenização. Na dúvida, fale com a CG antes de qualquer decisão.

Com as máquinas, vale o mesmo cuidado: registre o que aconteceu, faça o boletim de ocorrência em caso de roubo e avise o seguro rapidamente.

A CG acompanha você do plantio à colheita

O seguro rural tem regras próprias, e cada detalhe da apólice faz diferença na hora da indenização. Na CG, explicamos as condições em linguagem simples, comparamos mais de 12 seguradoras e acompanhamos o processo se algo acontecer. Você liga para a CG, e nós cuidamos do processo com a seguradora.

Dica da CG: anote na agenda a data limite para contratar o seguro de cada safra. Assim a proteção começa no momento certo.

Quer proteger a sua produção? Peça uma cotação de seguro agrícola: é gratuita, sem compromisso, e respondemos em até 24 horas. Se preferir, veja antes as opções no nosso catálogo.

Seguros que ajudam nesse caso

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